Algumas modificações foram feitas na declaração do Imposto de Renda (IR) para 2025. Essas mudanças têm o objetivo de ajustar o sistema tributário às novas condições econômicas e financeiras do país.
Dentre as principais novidades, está o aumento do limite para rendimentos tributáveis e a exigência de declarar rendimentos recebidos do exterior.
O período para entregar a declaração teve início em 17 de março e vai até 30 de maio.
Quem precisa declarar o IR em 2025?
A obrigação de declarar o Imposto de Renda inclui diferentes tipos de contribuintes. Neste ano, precisam enviar a declaração aqueles que se encaixam em uma ou mais das seguintes condições:
- Tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888 em 2024.
- Obteram receita bruta rural maior que R$ 169.440 ou querem compensar prejuízos.
- Possuíam, até 31 de dezembro de 2024, bens ou direitos, incluindo terra nua, acima de R$ 800 mil.
- Residiram no Brasil em algum mês de 2024 e continuaram até o fim do ano.
- Receberam rendimentos isentos ou tributados só na fonte que somaram mais de R$ 200 mil.
- Fizeram vendas em bolsas de valores, mercadorias ou futuros acima de R$ 40 mil.
Datas para restituição do IR em 2025
A Receita Federal já divulgou o calendário das restituições do IR para 2025. O primeiro pagamento sai em 30 de maio, com os seguintes lotes em 30 de junho, 31 de julho, 20 de agosto e 30 de setembro.
Quem escolher a declaração pré-preenchida e receber a restituição via Pix terá prioridade no processamento dos pagamentos.
Dicas para se preparar para a declaração do IR
Para não ter problemas com a Receita Federal, é fundamental que os contribuintes se organizem bem antes de enviar a declaração do Imposto de Renda.
Juntar todos os documentos necessários, como comprovantes de rendimentos, recibos de despesas dedutíveis e dados sobre bens e direitos, é essencial. Também é importante ficar atento às atualizações nas regras e aos novos campos que precisam ser preenchidos na declaração.
O uso do modelo pré-preenchido pode simplificar a declaração, assegurando que todas as informações estejam corretas e atualizadas. Assim, o contribuinte reduz o risco de cometer erros e evita possíveis multas.